Ações da B3, explicadas em português claro.

Os números, os fundamentos e as notícias de cada empresa, explicados como um amigo explicaria. Sem economês, sem "dica quente", sem recomendação: aqui você entende; a decisão é sua.

65 empresa(s)
Alupar ALUP11 · energia

A Alupar (ALUP11) atua num setor regulado e defensivo, com receita previsível, margem líquida alta (35,8%) e histórico de pagar dividendos. Nos últimos 3 meses o papel caiu 8,4%, mas no último mês reagiu com alta de 5,7%. A empresa distribuiu dividendos recentemente e ganhou nova licença para expandir suas linhas de tr

atualizado em 20 de julho de 2026
Ambev ABEV3 · consumo

A Ambev tem fundamentos sólidos: pouca dívida, boa rentabilidade e paga dividendos (dividend yield de 5,7%). Mas o crescimento das vendas vem fraco há anos e o preço da ação anda de lado, com queda leve no último mês. Bancos como UBS BB e Itaú BBA estão com tom cauteloso sobre o papel.

atualizado em 13 de julho de 2026
Assaí ASAI3 · consumo

A ação do Assaí subiu no último mês (+7,6%), mas ainda acumula queda de 12,6% em três meses e está 15% abaixo do topo dos últimos 12 meses. A empresa cresce em vendas de forma consistente, porém tem margem de lucro muito apertada e dívida elevada. É um momento de recuperação de curto prazo dentro de um ano difícil para

atualizado em 13 de julho de 2026
Auren AURE3 · energia

A Auren atravessa um momento pesado: reportou prejuízo de R$ 602 milhões no primeiro trimestre de 2026 e a ação caiu cerca de 11% na semana, liderando as quedas do Ibovespa. Some-se a isso uma perda estimada de R$ 520 milhões ligada ao curtailment (corte forçado de geração renovável) e o resultado é um quadro de pressã

atualizado em 20 de julho de 2026
Axia Energia AXIA3 · energia

A Axia (ex-Eletrobras) mostra fundamentos equilibrados: margem alta, dívida controlada e dividendos razoáveis, mas com retorno sobre o patrimônio baixo. O preço perdeu força nos últimos 3 meses e hoje está mais perto da mínima que da máxima do ano, sem uma tendência clara.

atualizado em 15 de julho de 2026
B3 B3SA3 · financeiro

A B3 é uma empresa muito rentável e praticamente sem dívidas, mas sua ação está avaliada de forma esticada segundo os múltiplos, e vem de uma queda em torno de 20% nos últimos três meses. O crescimento da receita tem sido fraco nos últimos anos, enquanto o pagamento de dividendos segue consistente. O momento reúne fund

atualizado em 12 de julho de 2026
Banco do Brasil BBAS3 · bancos

As ações do Banco do Brasil estão bem descontadas nos indicadores de preço, mas o momento reflete a crise do agronegócio, que pressiona os resultados do banco. A rentabilidade caiu, os dividendos devem ser menores e várias casas de análise reduziram suas expectativas de preço. Nos últimos dias o papel se recuperou um p

atualizado em 13 de julho de 2026
BB Seguridade BBSE3 · financeiro

A BBSE3 vive um momento de preço em alta e negocia quase colada na máxima dos últimos 12 meses. A empresa é conhecida por pagar dividendos altos (recentemente aprovou R$ 3,8 bilhões) e por ter uma rentabilidade muito alta. Ao mesmo tempo, o preço já subiu bastante e as notícias apontam pressão vinda do agronegócio sobr

atualizado em 12 de julho de 2026
Bradesco BBDC4 · bancos

A ação do Bradesco vem de um mês de alta (mais de 8% no período), mas acumula queda em três meses. Os múltiplos estão baixos para um banco grande e o dividendo pago aos sócios está em patamar atrativo. Ao mesmo tempo, o banco cresce pouco em receita e sua rentabilidade fica abaixo da de concorrentes como o Itaú.

atualizado em 12 de julho de 2026
Bradespar BRAP4 · mineração

A Bradespar vem de um período fraco no preço, com queda de 15,6% em 3 meses, mas com fundamentos sólidos: paga bons dividendos (11,3% ao ano), tem dívida baixa e o lucro do primeiro trimestre de 2026 subiu 73,9% na comparação anual. Como quase todo o valor da empresa depende da Vale, o desempenho dela acompanha de pert

atualizado em 21 de julho de 2026
Braskem BRKM5 · indústria

A Braskem passa por um momento crítico: a ação caiu cerca de 31% em três meses e está perto da mínima do ano. A empresa está com prejuízo, patrimônio líquido negativo e no noticiário aparecem processos de proteção contra credores e risco de forte diluição dos acionistas. Os múltiplos tradicionais viraram negativos e nã

atualizado em 21 de julho de 2026
Brava Energia BRAV3 · petróleo

A Brava está no centro de uma oferta de compra: a Ecopetrol, petroleira colombiana, quer o controle da empresa, e esse tema domina todo o noticiário recente. Os fundamentos operacionais são fracos hoje (lucro e rentabilidade baixos), e o mercado precifica muita incerteza sobre o desfecho da oferta — a volatilidade espe

atualizado em 20 de julho de 2026
BTG Pactual BPAC11 · bancos

O BTG combina fundamentos sólidos, com rentabilidade alta (ROE de 23,2%), a um preço de mercado que já embute um prêmio grande sobre seu patrimônio. Nos últimos 30 dias a ação subiu com força (16,3%), ajudada por uma elevação de recomendação do banco J.P. Morgan. Indicadores técnicos, porém, sinalizam que o papel está

atualizado em 12 de julho de 2026
Camil CAML3 · consumo

A Camil passa por um momento difícil: o lucro caiu 57,6% no primeiro trimestre e a ação recuou cerca de 35% em três meses. O papel está barato quando comparado ao valor patrimonial (P/VP de 0,50), mas a baixa rentabilidade e o alto endividamento pesam sobre a empresa.

atualizado em 21 de julho de 2026
Cemig CMIG4 · energia

A Cemig combina indicadores de empresa madura e barata: lucra bem para o preço que custa e paga dividendos generosos. No curto prazo o papel se recuperou um pouco, mas ainda está abaixo da máxima do último ano. O noticiário recente gira em torno de pagamento de proventos aos acionistas.

atualizado em 15 de julho de 2026
Copasa CSMG3 · saneamento

A Copasa vive um momento de valorização puxado pela expectativa de privatização (venda do controle da empresa, hoje estatal, para a iniciativa privada), com casas de análise revisando seus preços-alvo. A ação subiu bastante nos últimos meses, mas o lucro do primeiro trimestre de 2026 caiu 14%, e os múltiplos já estão a

atualizado em 20 de julho de 2026
Copel CPLE3 · energia

A Copel vem mostrando lucro em forte crescimento (subiu 85% no quarto trimestre de 2025 e mais 11% no primeiro trimestre de 2026) e paga bons dividendos, com retorno de 7,0% ao ano. O preço subiu um pouco no último mês, mas ainda está mais baixo do que há três meses. O noticiário recente é bastante favorável, puxado po

atualizado em 15 de julho de 2026
Cosan CSAN3 · petróleo

A Cosan vive um momento financeiro delicado: opera com prejuízo e uma dívida altíssima, muito maior que seu patrimônio. O papel caiu 27,5% em três meses, mas se recuperou 12,9% no último mês, e o mercado acompanha de perto os planos da empresa de vender ativos para reduzir a dívida. Não paga dividendos hoje.

atualizado em 20 de julho de 2026
CPFL Energia CPFE3 · energia

A CPFL é uma empresa de energia (setor considerado defensivo, ou seja, menos sensível a altos e baixos da economia porque as pessoas usam luz o ano todo). Vem entregando lucros crescentes e pagando dividendos bilionários, com bons indicadores de rentabilidade. No preço, apanhou nos últimos três meses, mas mostra recupe

atualizado em 20 de julho de 2026
CSN CSNA3 · siderurgia

A CSN vive um momento difícil: teve prejuízo nos resultados recentes, carrega uma dívida alta e a ação caiu cerca de 52% em relação ao topo dos últimos 12 meses. O papel negocia abaixo do valor patrimonial (mais barato que os bens da empresa no balanço), mas o mercado tem apontado o endividamento como a principal preoc

atualizado em 14 de julho de 2026
CSN Mineração CMIN3 · mineração

A CMIN3 vem de uma sequência forte de altas: subiu quase 24% no último mês e acumula ganhos que a colocaram entre os destaques do Ibovespa. Os fundamentos mostram lucro consistente, dívida baixa e dividendos generosos, mas o preço está esticado e vários sinais técnicos apontam sobrecompra — quando o papel sobe rápido d

atualizado em 21 de julho de 2026
Cyrela CYRE3 · construção

A Cyrela mostra fundamentos sólidos: lucro crescendo, boa rentabilidade e ações negociadas a múltiplos baixos, ainda abaixo do valor de patrimônio. No curto prazo o papel se recuperou um pouco, mas ainda acumula queda em três meses e sofre com os juros altos, que pesam sobre todo o setor de construção.

atualizado em 16 de julho de 2026
Dexco DXCO3 · indústria

A Dexco negocia abaixo do valor de seus bens em balanço (P/VP 0,66), mas com lucro muito baixo no momento. A empresa passa por uma reestruturação, cortando linhas de produtos e vendendo ativos, e o lucro voltou a crescer no início de 2026. Ainda é um caso em recuperação, em estágio inicial.

atualizado em 21 de julho de 2026
Embraer EMBJ3 · indústria

A Embraer vem de um mês positivo na Bolsa (+13,9% em 30 dias), impulsionada por uma carteira de encomendas recorde que dá visibilidade de faturamento. Por outro lado, os múltiplos estão caros e a margem de lucro é apertada, o que exige que a empresa entregue o crescimento prometido. O papel oscila bastante e ainda está

atualizado em 14 de julho de 2026
Energisa ENGI11 · energia

A Energisa atua num setor defensivo (receita regulada e mais previsível), mas viu o lucro cair forte nos dois últimos trimestres reportados. A ação perdeu força no curto prazo, recuando 5,5% na semana e 14,3% em três meses, embora tenha subido 8,3% no último mês. Analistas do Itaú BBA mantêm visão otimista, mas o endiv

atualizado em 20 de julho de 2026
Eneva ENEV3 · energia

A Eneva vive um bom momento operacional, com a geração de energia crescendo 35% no segundo trimestre e a receita em forte expansão nos últimos anos. Ainda assim, a ação recuou 6,8% na semana e não paga dividendos. Os múltiplos de preço estão altos, então o mercado já está pagando caro apostando em crescimento futuro.

atualizado em 20 de julho de 2026
Engie Brasil EGIE3 · energia

A Engie acaba de fazer um follow-on (uma nova venda de ações ao mercado) de R$ 8,4 bilhões, precificado a R$ 30,50 — abaixo do preço em que a ação vinha sendo negociada. Isso dilui os sócios atuais e pressionou o papel, que caiu 8,6% no último mês. Os fundamentos da empresa são sólidos (bom retorno e margem), mas a dív

atualizado em 15 de julho de 2026
Equatorial EQTL3 · energia

A Equatorial vem de um mês de recuperação no preço, mas ainda está negativa no trimestre. Os fundamentos mostram uma empresa que cresceu bem em receita nos últimos anos, mas com lucro pequeno frente ao preço da ação e dívida elevada. O noticiário é misto: casas como Itaú BBA veem oportunidade, enquanto a XP aponta que

atualizado em 20 de julho de 2026
Gerdau GGBR4 · siderurgia

A ação da Gerdau (GGBR4) subiu na última semana e está sendo negociada abaixo do seu valor patrimonial (P/VP 0,86), o que costuma indicar desconto. A rentabilidade atual da empresa é baixa (ROE de 3,1%), mas o mercado está animado com a expectativa de melhora nas margens no próximo balanço trimestral, tema puxado por r

atualizado em 14 de julho de 2026
Hapvida HAPV3 · saúde

A ação da Hapvida vem de uma queda forte e ainda está muito abaixo da máxima do último ano, com a empresa operando no prejuízo. Ao mesmo tempo, aparecem sinais de melhora operacional e alívio no custo da dívida, o que reduziu parte do medo do mercado. O quadro é de tentativa de estabilização, sem confirmar uma virada.

atualizado em 13 de julho de 2026
Hypera Pharma HYPE3 · saúde

A Hypera negocia a múltiplos considerados baratos para o setor (P/L de 8,83, ou seja, o preço equivale a quase 9 anos de lucro), paga dividendos razoáveis e recebe notícias em geral positivas, principalmente pela entrada no mercado de medicamentos para emagrecer. No preço, o papel se recuperou no último mês, mas ainda

atualizado em 13 de julho de 2026
Itaú Unibanco ITUB4 · bancos

A ação do Itaú vive um bom momento de curto prazo, com alta de 9,4% no último mês, e está a cerca de 10% da máxima dos últimos 12 meses. Os fundamentos são de um banco muito rentável (ROE de 23,2%) e que paga bons dividendos (7,8% ao ano). Ao mesmo tempo, indicadores técnicos apontam que a ação subiu rápido demais no c

atualizado em 12 de julho de 2026
Itaúsa ITSA4 · bancos

A ação da Itaúsa (ITSA4) subiu no último mês, acumulando alta de 9,6%, e está perto do maior valor dos últimos 12 meses. Os fundamentos mostram uma empresa que paga bons dividendos, tem pouca dívida e múltiplos moderados. As notícias recentes giram em torno de pagamentos aos acionistas e de um possível aporte na empres

atualizado em 12 de julho de 2026
Klabin KLBN11 · papel e celulose

A Klabin oferece um dividendo (parte do lucro repassado aos sócios) considerado alto, de 8,1% ao ano, e aprovou um programa de recompra das próprias ações. Ao mesmo tempo, o papel está caro frente aos lucros e a empresa tem dívida elevada. No curto prazo, indicadores técnicos apontam que a ação subiu bastante e pode es

atualizado em 21 de julho de 2026
Localiza RENT3 · transporte

A Localiza mantém liderança no aluguel de carros e vem crescendo receita, mas atravessa um momento pressionado: a ação caiu cerca de 22% em três meses e a rentabilidade está baixa para o histórico da empresa. Os juros altos pesam num negócio que depende muito de dívida, e há analistas dividido — uns cortando preço-alvo

atualizado em 14 de julho de 2026
Lojas Renner LREN3 · varejo

A Renner combina um balanço saudável — pouca dívida e caixa sobrando — com dividendos regulares e múltiplos considerados moderados para o setor. No preço, porém, o papel vem meio de lado: caiu um pouco no último mês e nos últimos três meses, e está cerca de 15% abaixo do ponto mais alto do último ano. Analistas do merc

atualizado em 13 de julho de 2026
M. Dias Branco MDIA3 · consumo

A MDIA3 passa por um momento fraco no médio prazo: caiu cerca de 24,5% em 3 meses e os últimos resultados decepcionaram o mercado. Por outro lado, a empresa tem caixa robusto, paga dividendos (parte do lucro distribuída aos sócios) e negocia por múltiplos que parecem baratos. O desconto, porém, reflete a pressão sobre

atualizado em 21 de julho de 2026
Magazine Luiza MGLU3 · varejo

A MGLU3 vive um repique de curto prazo — subiu 17,3% na semana, empurrada pelo case do 'WhatsApp da Lu' —, mas ainda acumula queda de 43,6% em três meses. Os fundamentos mostram lucro muito pequeno para o tamanho da empresa, e o próprio impulso recente é novo e frágil. O papel é bastante volátil (balança muito).

atualizado em 13 de julho de 2026
Metalúrgica Gerdau GOAU4 · siderurgia

GOAU4 vem numa sequência de alta, com o preço subindo cerca de 7% no último mês e no trimestre, embalado por notícias de dividendos. Mas os fundamentos mostram lucro fraco (ROE de 3%) e um indicador técnico aponta que o papel pode estar 'esticado' no curto prazo.

atualizado em 21 de julho de 2026
Minerva Foods BEEF3 · consumo

A ação da Minerva está barata em alguns indicadores, mas isso convive com uma dívida altíssima e uma margem de lucro muito magra. O papel está cerca de 50% abaixo do topo dos últimos 12 meses e vem de um trimestre negativo, pressionado por incertezas como o veto da União Europeia às exportações. É uma empresa que cresc

atualizado em 21 de julho de 2026
Neoenergia NEOE3 · energia

A Neoenergia está saindo da Bolsa: a Iberdrola, sua controladora, fez uma OPA (oferta pública para comprar as ações dos demais sócios) e a empresa fechou capital, com resgate das ações a R$ 34,02. Por isso o papel praticamente parou de oscilar, negociando a R$ 33,81, bem perto desse valor de resgate. Na prática, deixou

atualizado em 20 de julho de 2026
Petrobras PETR4 · petróleo

A ação da Petrobras vem caindo no médio prazo, acompanhando o preço mais fraco do petróleo, e está cerca de 19% abaixo da máxima do último ano. Ao mesmo tempo, os números da empresa mostram lucro forte, dividendos generosos e um preço considerado barato pelos indicadores. O tom das notícias recentes é mais positivo, co

atualizado em 12 de julho de 2026
PetroReconcavo RECV3 · petróleo

A PetroReconcavo negocia com múltiplos baixos e dividendos generosos (13,3% ao ano em proventos), o que atrai quem busca renda. Ao mesmo tempo, o papel caiu 19,6% em 3 meses e enfrenta problemas operacionais — falhas em poços e queda de produção — que deixaram os bancos divididos sobre a empresa.

atualizado em 20 de julho de 2026
Porto PSSA3 · financeiro

A ação da Porto vem de um mês forte e está negociando a R$ 54,66, bem perto da máxima dos últimos 12 meses. Os fundamentos são sólidos: a empresa é bem rentável, tem mais caixa do que dívida e distribuiu proventos recentemente. As notícias do período são positivas, girando em torno desses pagamentos aos acionistas.

atualizado em 13 de julho de 2026
PRIO PRIO3 · petróleo

A PRIO se recuperou um pouco na última semana, mas ainda acumula queda no trimestre e está cerca de 20% abaixo da máxima dos últimos 12 meses. Os fundamentos mostram boa margem e crescimento de receita, mas a empresa não paga dividendos hoje e o petróleo em preços baixos pressiona o setor. As notícias falam de expectat

atualizado em 15 de julho de 2026
Raia Drogasil RADL3 · varejo

A RADL3 vem de uma recuperação forte no curto prazo — subiu cerca de 10% na semana e 6,5% no mês —, mas ainda acumula queda de 22,4% em três meses e está 29,8% abaixo do topo dos últimos 12 meses. Os números mostram uma empresa que cresce de forma consistente, mas negociada a preços altos frente ao seu lucro e com marg

atualizado em 13 de julho de 2026
Raízen RAIZ4 · petróleo

A ação da Raízen custa R$ 0,29 e virou penny stock (papel negociado abaixo de R$ 1), acumulando queda de 46% em três meses. A empresa reportou prejuízo bilionário e tem patrimônio líquido negativo, sinais de fragilidade financeira severa. A B3, a Bolsa brasileira, precisou estender o prazo para a companhia trazer a cot

atualizado em 20 de julho de 2026
Rede D’Or RDOR3 · saúde

A Rede D'Or mostra números operacionais sólidos, com boa rentabilidade e crescimento de receita ao longo dos anos. Nos últimos 3 meses, porém, a ação recuou e está cerca de 25% abaixo da máxima do ano. A empresa vem anunciando recompra de ações, distribuição de proventos e recebeu aportes dos próprios donos, num cenári

atualizado em 14 de julho de 2026
Rumo RAIL3 · transporte

A Rumo vive uma recuperação operacional — o lucro do último trimestre de 2025 mais que dobrou e o volume transportado segue forte. Mas a ação ainda acumula queda de 17,5% em três meses e paira sobre ela a incerteza de uma possível venda pela Cosan e a saída do CEO. Os múltiplos estão altos frente ao retorno atual da em

atualizado em 14 de julho de 2026
Sabesp SBSP3 · saneamento

A Sabesp passou por privatização recentemente e vive um momento com fundamentos sólidos: rentabilidade alta e crescimento forte de receita nos últimos anos. O preço subiu no último mês depois de uma correção nos três meses anteriores, e o tom dos analistas nas notícias está bastante otimista. Os dividendos, por outro l

atualizado em 15 de julho de 2026
Sanepar SAPR11 · saneamento

A Sanepar negocia com múltiplos baratos (P/L perto de 9 e valor de mercado abaixo do patrimônio), mas atravessa uma sequência de más notícias: cancelou proventos no primeiro semestre de 2026, teve o lucro do 1º trimestre despencar 71% e viu uma decisão do regulador estadual retirar bilhões em dividendos. O preço cai ce

atualizado em 20 de julho de 2026
Santander Brasil SANB11 · bancos

As ações do Santander Brasil (SANB11) estão negociando com múltiplos considerados baratos, com dividend yield (parcela do lucro distribuída aos sócios) de 8,4% e um preço abaixo do valor patrimonial. Ao mesmo tempo, o papel acumula queda no ano e há expectativa de um resultado trimestral fraco. O banco acabou de anunci

atualizado em 12 de julho de 2026
São Martinho SMTO3 · agro

A São Martinho está com uma ação aparentemente barata (paga poucos reais por cada real de lucro e vale menos que seu patrimônio), mas vive um momento setorial difícil: os preços de açúcar e etanol estão fracos e várias casas de análise rebaixaram suas expectativas. O papel anda de lado nos últimos meses e caiu quase 6%

atualizado em 21 de julho de 2026
SLC Agrícola SLCE3 · agro

A SLC Agrícola vem de uma queda forte nos últimos 3 meses (-23%) e está perto da mínima do ano, com o clima (El Niño) no centro das atenções por poder afetar a produção. Os fundamentos mostram rentabilidade fraca no momento e endividamento relevante, mas a empresa segue expandindo suas terras com uma grande aquisição e

atualizado em 21 de julho de 2026
Suzano SUZB3 · papel e celulose

A Suzano é uma gigante lucrativa e negociada a múltiplos baixos (o mercado paga pouco por cada real de lucro), mas vive um momento de preço fraco: caiu 13,5% em três meses e está 29,7% abaixo da máxima do último ano. O resultado depende muito de fatores fora do controle da empresa, como o preço internacional da celulos

atualizado em 14 de julho de 2026
Taesa TAEE11 · energia

A Taesa é uma empresa de negócio regulado e previsível, conhecida por pagar bons dividendos (parte do lucro distribuída aos sócios), com um dividend yield de 7,9%. O papel se recupera no último mês, mas ainda está negativo no trimestre. O ponto de atenção é a dívida elevada, que faz o mercado questionar se ela consegui

atualizado em 15 de julho de 2026
TIM TIMS3 · telecom

A TIM paga dividendos com regularidade (rendimento de 6,9% ao ano) e tem um balanço saudável, com mais caixa que dívida. No preço, o papel se recupera no último mês, mas ainda acumula queda em três meses. Alguns indicadores de resultado estão distorcidos e pedem atenção antes de qualquer conclusão.

atualizado em 15 de julho de 2026
Totvs TOTS3 · tecnologia

A Totvs tem bons números de rentabilidade e crescimento, mas o preço passou por uma queda forte nos últimos três meses e está cerca de 40% abaixo do seu ponto mais alto do último ano. Os múltiplos (o quanto se paga pela empresa em relação ao que ela lucra) seguem elevados, e o mercado demonstra cautela no curto prazo.

atualizado em 15 de julho de 2026
Ultrapar UGPA3 · petróleo

A ação da Ultrapar vive um momento de forte alta: subiu cerca de 30% no último mês e está praticamente encostada na máxima dos últimos 12 meses. As notícias são majoritariamente positivas (expectativa de dividendos e recomendações de compra por bancos), mas o lucro do último trimestre caiu 71% e a margem de lucro do ne

atualizado em 16 de julho de 2026
Unipar UNIP6 · indústria

A ação está a 61 reais, cerca de 15% abaixo do topo dos últimos 12 meses, num momento operacional difícil: o lucro caiu 75% no primeiro trimestre de 2026 e a receita vem encolhendo há anos. Mesmo assim, a empresa distribuiu 700 milhões em dividendos e tem um dividend yield alto de 16,7%, embora exista dúvida sobre a em

atualizado em 21 de julho de 2026
Usiminas USIM5 · siderurgia

A Usiminas teve uma valorização forte em 2026, com manchetes citando alta de cerca de 86% no ano e lucro dobrando no primeiro trimestre. Ainda assim, os fundamentos disponíveis no dossiê mostram prejuízo no período de referência, com lucro e rentabilidade negativos. É uma empresa cíclica, ligada ao aço, que parece esta

atualizado em 21 de julho de 2026
Vale VALE3 · mineração

A VALE3 vem de queda nos últimos meses e está negociando perto da mínima dos últimos 12 meses. A empresa tem endividamento baixo e paga bons dividendos (parte do lucro distribuída aos sócios), mas a rentabilidade está fraca e a receita encolheu na média dos últimos 5 anos. Nas notícias, o tema recorrente são ruídos de

atualizado em 12 de julho de 2026
Vibra VBBR3 · petróleo

A VBBR3 vive um momento de forte alta: a ação está na máxima dos últimos 12 meses e subiu mais de 22% no último mês. Vários bancos elevaram suas projeções, mas indicadores técnicos apontam que o papel está muito "esticado" no curto prazo, o que costuma vir acompanhado de risco de correção.

atualizado em 16 de julho de 2026
Vivo VIVT3 · telecom

A Vivo é uma empresa madura de telecomunicações, conhecida por distribuir boa parte do lucro aos acionistas na forma de dividendos e JCP (juros sobre capital próprio), com dividend yield de 7,0%. Nos últimos 3 meses o preço caiu 13,9%, mas recuperou parte disso no último mês. As notícias recentes giram em torno de paga

atualizado em 14 de julho de 2026
WEG WEGE3 · indústria

A WEG negocia a 44,39 reais, 17,8% abaixo da máxima dos últimos 12 meses, e recuou nas últimas semanas após analistas alertarem para um trimestre mais fraco e pressão nas margens. Os fundamentos seguem os de uma empresa muito rentável e com caixa sobrando, mas a ação é cara frente ao lucro, o que exige crescimento cons

atualizado em 14 de julho de 2026

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