Giro da Bolsa, em português claro.
Todo dia útil de manhã: as notícias que mexem com a bolsa e o que significam pra quem está começando — com as fontes linkadas, sem previsão de preço e sem "dica".
Inflação global e caixa da Petrobras em focoOs destaques misturam sinais de cautela externa com uma entrada de recursos prevista para a Petrobras. China e Estados Unidos também estão no radar.
14 de outubro de 2026 Dólar, inflação e incerteza no radarO noticiário brasileiro combina uma projeção mais branda para o dólar com alertas sobre inflação e incerteza eleitoral. No exterior, investidores acompanham juros, resultados empresariais e preocupações com inteligência artificial.
13 de outubro de 2026 Feriado local, sinais externos mistosA B3 está fechada pelo feriado, então não há pregão brasileiro hoje. Petróleo e notícias sobre ações bancárias e mercados globais trazem sinais diferentes para a próxima sessão.
12 de outubro de 2026 Inflação, eleições e atividade no radarO noticiário combina inflação e pesquisa eleitoral no Brasil, uma projeção de crescimento mais fraco e mudanças na remuneração do Bradesco. No exterior, tarifas e tensões com o Irã mantêm a atenção sobre inflação e petróleo.
9 de outubro de 2026 Juros globais e petróleo no radarPressões externas dominam parte do noticiário, mas entradas estrangeiras e dúvidas sobre juros nos EUA deixam o quadro dividido.
8 de outubro de 2026 Fluxo externo, leilões de petróleo e atenção ao FedO noticiário combina entrada de recursos estrangeiros e leilões de petróleo com atenção às decisões de juros nos Estados Unidos. No exterior, o Banco Mundial revisou a previsão de crescimento da Ásia Oriental e do Pacífico.
7 de outubro de 2026 Petróleo, comércio e cenário global no radarO noticiário combina sinais positivos para o apetite global e consumo, com atenção à política econômica brasileira. Petróleo mais barato também entra na conta de inflação e empresas do setor.
6 de outubro de 2026 Eleição no Brasil e sinais de cautela externaO noticiário brasileiro destaca a reação dos mercados ao resultado eleitoral, uma novidade da Petrobras e uma mudança de capital no Bradesco. No exterior, dados fracos de emprego nos EUA e busca por segurança deixam o quadro dividido.
5 de outubro de 2026 Petróleo, juros globais e negócios corporativos no radarNo Brasil, uma aquisição e a distribuição de resultados por um banco chamam atenção. Lá fora, petróleo, juros e emprego nos EUA compõem um cenário misto.
2 de outubro de 2026 Petróleo sobe e juros longos dos EUA pressionamChina suspende exportações de combustível e empurra o petróleo para cima, enquanto os juros de longo prazo americanos batem máxima de 24 anos. No Brasil, destaque para os dividendos do Bradesco.
1 de outubro de 2026 Mercado espera dado de inflação dos EUA; Ibovespa vira e sobeDia de olho no PCE, a inflação preferida do Fed, com dólar em queda e mercado de trabalho no foco por aqui. Movimento moderado, sem grandes emoções.
30 de setembro de 2026 Petróleo dispara e eleição divide o mercadoO petróleo perto de US$ 109 impulsiona Petrobras e Prio, enquanto pesquisas eleitorais apertadas mexem com dólar e bolsa. Do exterior, China e juros americanos pesam.
29 de setembro de 2026 Petróleo dispara e pressiona bolsas na semana das eleiçõesO petróleo em alta após tensão no Golfo Pérsico domina o noticiário e pressiona as bolsas globais, enquanto o mercado brasileiro entra numa semana carregada de dados e eleições.
28 de setembro de 2026 Petróleo em queda anima bolsas; juros dos EUA seguem no radarA queda do petróleo trouxe alívio às bolsas globais, enquanto os juros longos americanos elevados continuam pressionando o mercado. No Brasil, dólar e Selic dominam a atenção.
25 de setembro de 2026 Petróleo acima de US$ 100 e aversão a risco no exteriorO dia é de cautela: petróleo passou de US$ 100 e a alta dos juros lá fora pressiona as bolsas. A Petrobras amortece parte da queda no Ibovespa, enquanto operações contra bancos ligados ao Master voltam ao noticiário.
24 de setembro de 2026 Copom, dólar a R$ 5,10 e a Vale mirando telecomA ata do Copom manteve o mercado atento aos juros e o dólar voltou a subir. Dia com movimentos importantes, mas sem grandes sobressaltos.
23 de setembro de 2026 Petróleo abaixo de US$ 100 alivia mercados; Ibovespa sobe com bancos e varejoO recuo do petróleo aliviou os mercados globais e o Ibovespa subiu com bancos e varejo, apesar da queda das petroleiras. Atenção à ata do Copom e ao emprego dos EUA.
22 de setembro de 2026 Diálogo EUA-China anima emergentes e Ibovespa em dólar sobeConversas entre EUA e China e queda do petróleo melhoram o humor global e beneficiam ações e moedas de emergentes. No radar doméstico ficam a ata do Copom na terça e o real mais sensível ao tema eleitoral.
21 de setembro de 2026 Copom corta Selic para 13,75% e petróleo em queda dá alívioO Banco Central reduziu os juros pela quinta vez, e a queda do petróleo aliviou o clima global. Vale segurou o Ibovespa e o temor fiscal perdeu força.
18 de setembro de 2026 Copom corta Selic para 13,75% e sinaliza mais cortesO Banco Central reduziu a Selic pela quinta vez, para 13,75% ao ano, e deixou a porta aberta para novos cortes. Lá fora, o Fed subiu juros, cenário que puxou volatilidade no dólar.
17 de setembro de 2026 Super Quarta: Copom decide a Selic com Fed no radarO dia gira em torno da decisão de juros no Brasil e nos EUA, com o mercado esperando novo corte da Selic e o petróleo influenciando a Petrobras.
16 de setembro de 2026 Petróleo em alta e juros dos EUA em foco pressionam a bolsaO petróleo saltou mais de 2% com tensão no Irã e os juros dos títulos americanos foram ao maior nível desde 2007, esfriando o apetite por risco. Ibovespa recuou e o dólar rondou R$ 5,15.
15 de setembro de 2026 Petróleo acima de US$ 100 e temor com IA dominam a segundaNovos ataques no Oriente Médio dispararam o petróleo e ações de tecnologia caíram no mundo. No Brasil, o mercado se prepara para a superquarta de juros e olha exportadoras de petróleo.
14 de setembro de 2026 CPI nos EUA e eleição no radar; Petrobras em foco com subsídio ao dieselDia gira em torno da inflação americana e da pesquisa eleitoral no Brasil, com Petrobras e petróleo puxando as atenções na bolsa.
11 de setembro de 2026 Petróleo acima de US$ 100 domina o dia; Ibovespa recuaO petróleo em escalada acima de US$ 100 mexe com a Petrobras e o clima global, enquanto o Ibovespa recua e o dólar sobe. Lá fora, juros dos títulos americanos batem máximas e complicam a inflação.
10 de setembro de 2026 Petróleo acima de US$ 100 domina o dia; Vale sobe e Ibovespa flerta com 190 milTensão no Golfo levou o petróleo a superar US$ 100 e derrubou bolsas globais, mas o Ibovespa resistiu com ajuda do minério e de eleições vistas como mais apertadas.
9 de setembro de 2026 Petróleo perto de US$ 100 domina o dia; investidores voltam do feriado com cautelaO grande tema é o petróleo encostando em US$ 100, o que ajuda as petroleiras e pesa na inflação. O clima é misto, com olho nos juros dos EUA e no comércio global.
8 de setembro de 2026 Payroll forte nos EUA e semana de IPCA no radarO emprego americano veio acima do esperado e aumentou a aposta em alta de juros nos EUA, o que pesa no apetite por risco. No Brasil, a semana traz IPCA e o Ibama liberou a Petrobras a perfurar na Foz do Amazonas.
7 de setembro de 2026 Bolsa espera o payroll e petróleo recuaDia de compasso de espera: a Bolsa aguarda o relatório de emprego dos EUA, que pode mudar apostas sobre juros americanos, enquanto Vale e Petrobras pesam e o petróleo cai.
4 de setembro de 2026 Ibovespa engata 11ª alta com Petrobras em recorde, mas petróleo em alta liga o alertaA bolsa brasileira segue firme, puxada por Petrobras e bancos, enquanto tensões no Oriente Médio empurram o petróleo e mexem com o câmbio. Fora, dados fracos de emprego nos EUA reforçam o cenário.
3 de setembro de 2026 Petróleo a US$ 95 impulsiona Petrobras; venda global de títulos pesa lá foraO petróleo próximo de US$ 95 anima ações da Petrobras e o Ibovespa opera perto de máximas, enquanto lá fora uma forte venda de títulos de dívida pressiona as bolsas.
2 de setembro de 2026 Petróleo em alta, juros globais pressionados e prévia do IbovespaO dia é dividido: petróleo subindo ajuda a Petrobras, mas juros mais altos lá fora e a espera por dados de emprego nos EUA pesam. No Brasil, saem PIB e nova prévia da carteira do Ibovespa.
1 de setembro de 2026 Petróleo dispara com Oriente Médio e Ibovespa fecha mês no radarO petróleo subiu forte após novo ataque dos EUA ao Irã, mexendo com a Petrobras. No exterior, o mesmo conflito eleva juros globais e traz cautela ao mercado.
31 de agosto de 2026 Petróleo empurra Ibovespa à 7ª alta; mercado externo espera sinal sobre juros dos EUAA bolsa emenda a sétima alta seguida, com Petrobras e petróleo no comando, enquanto o Tesouro acelera emissões de dívida e o exterior aguarda pistas do Fed sobre juros.
28 de agosto de 2026 Estrangeiro deixa a B3 em agosto; petróleo em baixa pesa sobre PetrobrasDia com fluxo negativo: saída de estrangeiros passa de R$ 21 bilhões em agosto e o petróleo mais fraco derruba a Petrobras. Lá fora, a inflação dos EUA volta ao radar.
27 de agosto de 2026 Mercado aguarda inflação dos EUA e balanço da NvidiaDia de espera lá fora, com PCE americano e resultado da Nvidia no radar, enquanto o petróleo recua. No Brasil, destaque para Bradesco, Casas Bahia e a saída da Braskem do Ibovespa.
26 de agosto de 2026 Braskem sai do Ibovespa e petróleo cai com trégua no IrãO dia foi movimentado: Braskem despencou após pedir recuperação e deixou o Ibovespa, enquanto Vale e bancos seguraram o índice. Lá fora, o petróleo caiu com sinais de negociação entre EUA e Irã.
25 de agosto de 2026 Sanções ao Irã pesam sobre petróleo e mercados globaisO dia gira em torno da tensão com o Irã, que derruba o petróleo lá fora, e da retomada das conversas sobre o tarifaço entre Brasil e EUA. Movimento moderado, com atenção externa.
24 de agosto de 2026 Petróleo e minério animam bolsa; bancos seguram o IbovespaDia dividido: Vale e Petrobras sobem com commodities firmes, mas ações de bancos pesam. No exterior, Fed discute cortes de juros e petróleo ganha força.
21 de agosto de 2026 Ibovespa se firma com Vale e Petrobras; foco na ata do FedBolsa brasileira sobe puxada por commodities e dólar recua, enquanto o mercado global aguarda a ata do Fed e digere a dívida americana batendo US$ 40 trilhões.
20 de agosto de 2026 Juros dos EUA pressionam e ata do Fed fica no radarO dia é marcado por juros americanos em alta e ata do Fed à vista, enquanto commodities ajudam a segurar o Ibovespa. No Brasil, Casas Bahia e greve dos bancários chamam atenção.
19 de agosto de 2026 Petróleo acima de US$ 90 domina o diaO salto do petróleo com tensão no Oriente Médio e o avanço dos juros americanos pesam no exterior, enquanto Petrobras se beneficia do Brent alto e o Ibovespa acompanha o cenário externo.
18 de agosto de 2026 Ibovespa emenda 9ª queda enquanto Petrobras anima com nova descobertaA bolsa brasileira vive sua pior sequência em três anos, com saída de estrangeiros, mas a descoberta de petróleo pela Petrobras e o balanço forte do Nubank trazem notícias positivas pontuais. No exterior, o mercado reduz apostas de alta de juros nos EUA.
17 de agosto de 2026 Ibovespa emenda sequência de quedas com balanços e tensão comercial no radarA bolsa acumula sete pregões de baixa e perdeu cerca de R$ 279 bilhões em valor de mercado, enquanto balanços do trimestre movimentam Braskem, Banco do Brasil e Sabesp. Lá fora, dados de inflação mais fracos nos EUA levaram o S&P 500 a novo recorde.
14 de agosto de 2026 Balanços e dólar em foco num dia mais fraco de notíciasDia de agenda leve na bolsa brasileira, com destaque para o balanço da MRV, o interesse estrangeiro na Vale e o dólar guiado por dados de inflação nos EUA. Lá fora, petróleo em queda e inflação americana comportada ajudam o clima.
13 de agosto de 2026 Ibovespa cai forte com saída de estrangeiros e rebaixamento do JPMorganO dia foi tenso: a bolsa recuou 2,5% e ficou na mínima desde janeiro, pressionada por rebaixamento do Brasil pelo JPMorgan e saída de investidores estrangeiros, enquanto o mercado esperava a inflação dos EUA. O clima do noticiário está contra o Brasil hoje.
12 de agosto de 2026 Ata do Copom e IPCA no centro das atenções, com petróleo perto de US$ 90O dia gira em torno da ata do Copom que detalha o corte da Selic para 14% e do IPCA, enquanto a alta do petróleo e o impasse em Ormuz mantêm o clima externo tenso.
11 de agosto de 2026 Copom corta Selic a 14%, Petrobras cai apesar de lucro recorde e Ormuz mexe com o petróleoDia movimentado: o Copom baixou a Selic para 14%, a Petrobras recuou mesmo com lucro recorde por causa dos dividendos, e a tensão no Estreito de Ormuz mantém o petróleo pressionado. Lá fora, o mercado aguarda a inflação dos EUA.
10 de agosto de 2026 Copom corta Selic para 14% e mercado digere balanços de bancos e PetrobrasO destaque foi o Banco Central baixando a Selic para 14% ao ano sem sinalizar novos cortes, num dia em que balanços de Petrobras e Bradesco também pautaram a bolsa. Lá fora, atenção ao Payroll e a dados de inflação nos EUA.
7 de agosto de 2026 Copom corta Selic para 14% e balanços movimentam a bolsaO Banco Central reduziu os juros básicos para 14% ao ano sem prometer novos cortes, enquanto resultados de Itaú, Petrobras e do setor de saúde deram o tom do pregão. Lá fora, uma diretora do Fed sinalizou disposição de subir juros nos EUA se a inflação não ceder.
6 de agosto de 2026 Copom decide a Selic hoje; Vale anuncia R$ 8,64 bi em proventosDia importante: o Copom começa a reunião que define os juros no Brasil, a Vale anunciou dividendos e recompra, e lá fora o mercado sobe com esperança de acordo EUA-Irã para reabrir o estreito de Ormuz.
5 de agosto de 2026 Copom decide juros na quarta e mercado espera corte da SelicDia girou em torno da reunião do Copom, com expectativa de que a Selic caia, enquanto o alívio na tensão entre EUA e Irã acalmou o petróleo e o exterior.
4 de agosto de 2026 Copom no radar, Vale distribui dividendos e petróleo em quedaSemana começa com foco na próxima decisão do Copom, dividendos da Vale e falha operacional que atrasou o pregão na sexta. No exterior, petróleo cai e mercados americanos ficam otimistas.
3 de agosto de 2026 Vale e bancos no radar; exterior ajuda com tecnologia e dólar em quedaBalanços da Vale, CSN e Braskem movimentam a bolsa, enquanto o dólar recua. Lá fora, a preocupação com o Fed e a atividade fraca na China pintam um clima misto.
31 de julho de 2026 Fed segura juros, temporada de balanços movimenta a B3O Fed manteve os juros americanos apesar da inflação em alta e Wall Street caiu; no Brasil, os balanços dominam com Ambev disparando e bancos pressionando o Ibovespa. Petróleo perto de US$ 90 por causa do risco com o Irã pesa no cenário.
30 de julho de 2026 Prévia da inflação vem fraca e reacende aposta em corte de jurosO IPCA-15 mais fraco animou a bolsa e o mercado voltou a apostar em Selic menor, com destaque para varejistas; lá fora, as atenções estão na decisão do Fed sobre juros nos EUA.
29 de julho de 2026 Petróleo em queda pesa na Petrobras enquanto bancos sustentam o IbovespaO dia foi de bolsa positiva puxada por bancos e ações cíclicas, com a Petrobras caindo junto com o petróleo após a trégua entre EUA e Irã. No exterior, atenção total à reunião do banco central americano e aos balanços das gigantes de tecnologia.
28 de julho de 2026 Petróleo desaba com trégua EUA-Irã e Fed no radarA pausa nas hostilidades entre EUA e Irã derrubou o petróleo mais de 7% e melhorou o humor global, mas o Ibovespa recuou com a Petrobras. Semana carregada de balanços da B3 e decisão de juros nos EUA.
27 de julho de 2026 Ibovespa segura com Vale e Petrobras em meio a tensão externaO mercado brasileiro operou pressionado pela tensão no Oriente Médio e por juros lá fora, mas Vale e Petrobras ajudaram a limitar as perdas. Nos EUA, atenção total à decisão de juros do Fed na próxima semana.
24 de julho de 2026 Bolsa sobe com Vale e Ambev; petróleo dispara com tensão no Oriente MédioO Ibovespa fechou em alta de 2,4% com força de Vale e balanço da Ambev, enquanto o petróleo saltou mais de 4% após ataques no Oriente Médio. Lá fora, o Fed sinaliza que não tem pressa para cortar juros.
23 de julho de 2026 Bolsa em quinta queda seguida, olho na Vale e nos juros dos EUAO Ibovespa vem de sequência de perdas em meio a volume fraco e à disputa pelo comando da Vale, enquanto lá fora o petróleo em alta pressiona a inflação e os juros americanos.
22 de julho de 2026 Petróleo em queda, balanços em foco e disputa na ValeO dia foi marcado por queda no petróleo, temporada de balanços do 2º trimestre (com destaque para Ambev e Braskem) e tensão no comando da Vale. Lá fora, o petróleo puxa risco de inflação nos EUA e mantém o Fed cauteloso.
21 de julho de 2026 Tarifaço e tensão global pressionam a bolsa; Ambev dispara com balançoO dia foi marcado por dólar perto de R$ 5,10 e Ibovespa em queda por conta das tarifas dos EUA ao Brasil e tensões globais, enquanto a temporada de balanços começou a movimentar ações individuais como Ambev.
17 de julho de 2026 Balanço da Ambev anima e Vale sofre com ChinaO dia teve reação forte a balanços, com Ambev disparando e Braskem entre as piores, além de atenção à Vale por minério e mudança no conselho. Dólar operou em leve alta acompanhando petróleo e juros dos EUA.
16 de julho de 2026 Selic no radar, dólar a R$ 5,07 e temporada de balançosDia com temas relevantes: cresceram as apostas de corte da Selic em agosto, o dólar caiu com a inflação nos EUA e a temporada de balanços movimentou ações como Ambev e Braskem.
15 de julho de 2026 Balanços começam a movimentar a bolsaO dia é marcado pelo início da temporada de resultados do segundo trimestre, com destaque para o salto da Ambev, e por movimentos em Petrobras e Vale. O petróleo e a tensão entre EUA e Irã seguem no radar externo.
14 de julho de 2026 Balanços do 2º trimestre começam a mexer com a bolsaO mercado abriu a semana cauteloso de olho na tensão entre EUA e Irã e no petróleo, mas o destaque é o início da temporada de resultados: Ambev disparou após balanço e Vale reagiu apesar de lucro maior.
13 de julho de 2026 Prévia do Ibovespa e olhares sobre PetrobrasDia relativamente calmo na bolsa. O destaque fica para a primeira prévia da nova carteira do Ibovespa e para as avaliações de bancos sobre Petrobras e Vale, sem fatos novos de peso movimentando o mercado.
12 de julho de 2026Sem senha de banco · o arquivo é lido e apagado · ninguém aqui ganha com a sua dívida