Ações explicadas · Intelbras (INTB3) · dados de 3 de setembro de 2026

Intelbras (INTB3) vale a pena?

semana+6,2%
1 mês+2,1%
3 meses+15,5%

A Intelbras (INTB3) vem lucrando cada vez mais e não tem dívida líquida, e sua ação está quase no maior preço do último ano. O mercado, porém, precifica bastante incerteza para o segundo semestre.

O que a Intelbras faz

A Intelbras faz câmeras de segurança, interfones, roteadores de internet e equipamentos de rede que muita gente tem em casa ou no prédio. Também atua em energia solar e telefones.

A leitura da IA

O preço

O preço vem numa boa: subiu 15,5% em três meses e ganhou 6,2% só na última semana. A ação está quase no topo do último ano, a apenas 0,9% da máxima. Ou seja, está esticada para cima em relação aos últimos 12 meses.

Os fundamentos

O papel balança bastante, com volatilidade anual de 53,2%. Isso quer dizer sustos de preço no caminho, para cima e para baixo. Nos fundamentos, o lucro cresce forte (16% no 2º trimestre) e a empresa tem mais caixa do que dívida. O P/L é 8,34, o que significa pagar cerca de 8 vezes o lucro de um ano. O dividendo (parte do lucro dividida entre os sócios) é de 7,9% ao ano.

As notícias

As notícias têm tom positivo: analistas chamam a Intelbras de uma das melhores histórias de execução. Mas há dois pontos de atenção citados. Um é o gasto para ampliar a fábrica em Manaus. O outro é a dúvida se as margens de lucro aguentam no fim do ano.

Os números que importam

Indicadores de Intelbras (INTB3), com o que cada um significa
IndicadorValorO que significa
Preço da açãoR$ 15,19quanto custa um "pedacinho" da empresa hoje
Dividendos (12 meses)7,9%o "aluguel" pago aos sócios no último ano, em % do preço da ação
P/L8,34quantos anos do lucro atual "pagariam" o preço da ação — régua de caro/barato, não garantia
Volatilidade53,2% a.a.o quanto o preço costuma balançar — maior = mais sobe-e-desce no caminho

Pontos fortes e riscos

Pontos fortes
  • Lucro em forte crescimento, com alta de 16% no segundo trimestre e de 149% no início do ano
  • Empresa tem mais caixa do que dívida (dívida líquida negativa, -0,17 sobre o patrimônio), o que dá folga financeira
  • Boa transformação do capital dos donos em lucro (retorno sobre patrimônio de 18,1%) e paga bons proventos (dividendos de 7,9% ao ano)
  • Distribuição recorrente de proventos: dividendos e juros sobre capital próprio anunciados ao longo do ano
Pontos fracos
  • Crescimento de receita historicamente modesto (5,9% ao ano na média de 5 anos)
  • Margem de lucro apertada em base absoluta (13,1%) e sob debate para o segundo semestre segundo analistas
  • Ação oscila bastante (volatilidade anual de 53,2%), o que significa sustos de preço no caminho
Oportunidades
  • Preço ainda razoável frente ao lucro (P/L de 8,34), abaixo de muitas empresas de crescimento
  • Reconhecimento de mercado como uma das melhores histórias de execução, segundo a XP
  • Entrada de dinheiro estrangeiro na bolsa recentemente positiva (R$ 651 milhões em 5 dias)
Riscos no radar
  • Juros altos no Brasil (taxa pré em 14,5%) pesam sobre ações e podem tornar renda fixa mais atrativa
  • Aumento de investimentos (capex) em Manaus preocupou parte do mercado quanto ao retorno desse gasto
  • Ação perto do topo do último ano (a 0,9% da máxima), o que limita margem de valorização fácil no curto prazo
  • Pressão sobre margens de lucro no segundo semestre pode frustrar expectativas

A ação está cara ou barata?

O mercado paga cerca de 8 vezes o lucro anual (P/L de 8,34) e 1,5 vez o valor contábil (P/VP de 1,51), múltiplos que não parecem esticados para uma empresa lucrando mais e com caixa líquido. O retorno sobre o patrimônio de 18,1% e o dividendo de 7,9% ao ano reforçam a leitura de preço razoável, embora a receita cresça devagar historicamente.

Por que mexeu nos 5 pregões até 03/09

+6,2% em 5 pregões. Na última semana a ação subiu 6,2%, embalada pelas notícias do balanço do segundo trimestre: alta de 16% no lucro e anúncio de R$ 93 milhões em dividendos. Analistas reforçaram a boa execução da empresa nesse período.

O que saiu na imprensa

Perguntas comuns sobre INTB3

A Intelbras (INTB3) paga dividendos?

Sim. O dossiê aponta dividendo de 7,9% ao ano e, nas notícias recentes, pagamentos de proventos como R$ 0,29 por ação e R$ 40 milhões em juros sobre capital próprio. Dividendos são a parte do lucro distribuída aos sócios, e valores passados não garantem os futuros.

Por que a ação da Intelbras (INTB3) subiu tanto nos últimos meses?

O lucro vem crescendo forte: 16% no segundo trimestre e 149% no início do ano, segundo as manchetes. Analistas destacaram a boa execução da empresa. Esse conjunto ajuda a explicar a alta de 15,5% em três meses, mas não é garantia de que o movimento continue.

A Intelbras (INTB3) tem muita dívida?

Não. O dossiê mostra dívida líquida negativa (-0,17 sobre o patrimônio), o que significa que a empresa tem mais dinheiro em caixa do que deve. Isso dá folga financeira, embora não elimine outros riscos do negócio.

A ação da Intelbras (INTB3) é boa para quem está começando?

Não dá para responder com sim ou não, pois depende dos seus objetivos e do quanto você aguenta ver o preço oscilar. Os dados mostram fundamentos sólidos, mas a ação balança bastante (volatilidade de 53,2% ao ano) e está perto do topo do ano. Estude e, se precisar, procure orientação profissional.

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Análise educacional gerada por IA a partir de dados públicos (cotações e histórico da B3, fundamentos públicos e manchetes) — os números têm a data indicada no topo e podem estar defasados. Isto NÃO é recomendação de compra ou venda, análise de valores mobiliários ou consultoria de investimentos (CVM). O InvestSimples não é corretora, não movimenta dinheiro e ninguém aqui ganha quando você opera. Mercado envolve risco; a decisão é sempre sua, na sua corretora.