Ações explicadas · Suzano (SUZB3) · dados de 7 de outubro de 2026

Suzano (SUZB3) vale a pena?

semana-5,9%
1 mês-11,0%
3 meses+1,8%

Em um mês, SUZB3 recuou 11% e está 29,2% abaixo do topo das últimas 52 semanas. O lucro caiu 63,9% na comparação anual do trimestre informado, enquanto a dívida líquida continua elevada, apesar de ter diminuído recentemente.

O que a Suzano faz

A Suzano produz celulose, matéria-prima usada em papéis, embalagens e itens de higiene do dia a dia. O dossiê a apresenta como a maior produtora de celulose do mundo.

A leitura da IA

O preço

Em um mês, SUZB3 caiu 11%, embora tenha subido 1,8% em três meses. Está 29,2% abaixo do maior preço e 5,2% acima do menor preço das últimas 52 semanas. A oscilação anualizada de 32,3% sinaliza variações relevantes; o RSI, indicador que compara pressões de compra e venda, está em 30.

Os fundamentos

No trimestre informado, o lucro caiu 63,9% e a receita, 12,8%, ante o ano anterior. A dívida líquida era R$ 66,44 bilhões, três vezes o dinheiro gerado pelas operações; recuou 6% desde o primeiro trimestre. P/L compara preço e lucro (6,49); P/VP compara preço e patrimônio (1,07); DY, rendimento dos dividendos, ficou em 0,0%.

As notícias

As manchetes têm tom misto: analistas citam possível melhora, mas também alertas sem detalhes. Outra destaca a Suzano entre ações que caíram numa sessão de alta ampla. A síntese menciona áreas ambientalmente sensíveis, mas não informa impactos concretos.

Os números que importam

Indicadores de Suzano (SUZB3), com o que cada um significa
IndicadorValorO que significa
Preço da açãoR$ 41,75quanto custa um "pedacinho" da empresa hoje
Dividendos (12 meses)0,0%o "aluguel" pago aos sócios no último ano, em % do preço da ação
P/L6,49quantos anos do lucro atual "pagariam" o preço da ação — régua de caro/barato, não garantia
Volatilidade32,3% a.a.o quanto o preço costuma balançar — maior = mais sobe-e-desce no caminho

Pontos fortes e riscos

Pontos fortes
  • A geração operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização corresponde a 51,3% da receita, mostrando uma margem operacional elevada.
  • A dívida líquida caiu 6% desde o primeiro trimestre, e a rentabilidade sobre o patrimônio informado é de 16,4%.
Pontos fracos
  • O lucro caiu 63,9% e a receita 12,8% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.
  • A dívida líquida ainda é de R$ 66,44 bilhões, e os juros consomem 61,2% do lucro operacional.
Oportunidades
  • Analistas citados nas manchetes apontam possibilidade de melhora no curto prazo e potencial de valorização; são projeções, não garantias.
  • Uma recuperação das vendas e do lucro poderia aliviar o peso do endividamento sobre os resultados.
Riscos no radar
  • A queda recente da cotação e dos resultados pode continuar caso a atividade da empresa não se recupere.
  • Manchete sobre 388 mil hectares classificados como sensíveis aponta possível exposição ambiental, mas o dossiê não informa impactos ou riscos concretos.

A ação está cara ou barata?

A cotação equivale a cerca de 6,49 vezes o lucro anual por ação (P/L 6,49) e a 1,07 vez o valor contábil por ação (P/VP 1,07), números que parecem moderados, mas não anulam a forte queda recente do lucro. O retorno em dividendos informado é zero (DY 0,0%).

A Suzano está cara ou barata perto do que ela mesma já custou?

A Suzano negocia a 0,0 vezes o lucro dos últimos doze meses, no 3º percentil da própria história desde 2020: em 3% dos pregões desse período o P/L esteve abaixo do de hoje, e em 97% esteve acima. O preço da ação vale 0,00 vezes o patrimônio líquido por ação (P/VP), no 2º percentil, contra uma mediana de 1,86 no período. Pela régua de geração de caixa, o EV/EBITDA está em 3,1, 10º percentil, com mediana histórica de 5,5. O lucro que serve de denominador está perto da mediana de cinco anos da própria empresa (0,95 vez), então o múltiplo de hoje não está distorcido por um ano fora da curva. Múltiplo baixo não é convite nem múltiplo alto é alarme: o percentil só diz onde o preço de hoje se encaixa na própria história. Os múltiplos são calculados aqui, com o balanço entregue à CVM (trimestre encerrado em 31 de março de 2026) e o fechamento de 7 de agosto de 2026 na B3.

Quanto a venda coberta de SUZB3 pagou nos últimos 15 anos?

Vender uma opção de compra 5% acima do preço, todo mês, sobre SUZB3 que já se tem na carteira (a chamada venda coberta) rendeu em média 1,76% do preço da ação por ciclo entre 2018 e 2026, em 88 ciclos mensais remontados no histórico da B3; a mediana foi 1,70%. A metade que o prêmio esconde: em 33% dos meses a ação passou do preço combinado e foi exercida, abandonando em média 6,52% de alta acima dele. Somando as duas metades contra só segurar a ação, o saldo médio por ciclo foi de −0,39% e o mediano de 1,11% — −4,7% ao ano pela média. A distância entre os dois é a lição: na maioria dos meses a estratégia soma um pouco, e nos meses de disparada devolve de uma vez o que juntou. A conta usa os prêmios realmente negociados em cada vencimento mensal, com R$ 10 de corretagem por ordem; não é renda garantida e não é sugestão de operação.

Com que frequência SUZB3 caiu mais de 10% em um mês?

Em 105 meses desde novembro de 2017, SUZB3 fechou o mês mais de 10% abaixo do anterior 10 vezes — uma a cada 10,5 meses, em média — já contando dividendos e desdobramentos na série. O pior mês foi outubro de 2018, com −21,3%. Depois de uma queda dessas, o preço (com proventos) levou tipicamente 17 meses para voltar ao nível de antes; a recuperação mais longa levou 34 meses, e 2 quedas ainda não tinham sido recuperadas até agosto de 2026. No período, 50% dos meses fecharam em alta. Isso é o passado da ação, não uma previsão: serve para calibrar o susto — quem tem SUZB3 viu, historicamente, um tombo desse tamanho a cada 10,5 meses e um prazo típico até recuperar — e não para dizer o que vem. A série é a de retorno total do COTAHIST da B3, no fechamento do último pregão de cada mês, desde 2017.

Números calculados aqui, a partir do acervo da B3 e da CVM — dados até 2026-08-07. Sem preço-alvo, de propósito.

Por que mexeu nos 5 pregões até 07/10

-5,9% em 5 pregões. Na janela de cerca de cinco pregões, SUZB3 caiu 5,9%. As manchetes citam a ação entre papéis que recuaram numa sessão de alta ampla, mas não explicam claramente toda a queda semanal.

O que saiu na imprensa

Perguntas comuns sobre SUZB3

A Suzano (SUZB3) paga dividendos?

Nos dados disponíveis, o DY (rendimento dos dividendos em relação ao preço) é 0,0%. Isso não permite concluir que a empresa nunca distribui dividendos; mostra apenas o indicador informado no dossiê.

Por que as ações da Suzano (SUZB3) caíram recentemente?

No dossiê, SUZB3 recuou 5,9% na semana e 11% em um mês. As manchetes registram a ação entre as que caíram numa sessão de alta ampla, mas não identificam uma causa única para todo o movimento.

Qual é a dívida da Suzano (SUZB3) e o que ela representa?

A dívida líquida — dívidas menos dinheiro em caixa — era de R$ 66,44 bilhões e equivalia a três vezes o dinheiro gerado pelas operações. O valor caiu 6% desde o primeiro trimestre, mas o endividamento ainda pesa junto à queda anual do lucro.

A Suzano (SUZB3) é adequada para quem está começando a investir?

Os dados mostram oscilações relevantes, queda recente do lucro e dívida expressiva, além de indicadores de preço e rentabilidade. Entender se esses fatores combinam com seus objetivos e sua tolerância a perdas exige avaliar sua situação e conhecer os riscos da renda variável.

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Análise educacional gerada por IA a partir de dados públicos (cotações e histórico da B3, fundamentos públicos e manchetes) — os números têm a data indicada no topo e podem estar defasados. Isto NÃO é recomendação de compra ou venda, análise de valores mobiliários ou consultoria de investimentos (CVM). O InvestSimples não é corretora, não movimenta dinheiro e ninguém aqui ganha quando você opera. Mercado envolve risco; a decisão é sempre sua, na sua corretora.